A empresa em que atuo me indicou um Processo de Coaching e agora?

A empresa em que atuo me indicou um Processo de Coaching e agora?

O Coaching é uma metodologia conhecida por fomentar resultados rápidos e enriquecedores para os participantes, trazendo mudanças significativas de comportamento, aquisição de novas competências e melhora de desempenho.

Dessa forma, muitas empresas passaram a recomendar para seus profissionais que se submetam a um processo de Coaching o que pode ocasionar  muitas duvidas pairem na cabeça do profissional: A empresa em que atuo me indicou um Processo de Coaching e agora?

Sera que esse Processo é confiável? Será que não estou tendo um bom desempenho profissional? Posso confiar nesse profissional?

Essas  duvidas podem  impactar  o Processo de Coaching Executivo, nome desse tipo de processo que envolve a contratação de um coach para auxiliar profissionais relevantes para a Empresa.

É justamente isso que deve estar na mente do profissional que foi indicado para esse processo: certamente a empresa valoriza e reconhece sua posição como de um profissional chave para seu  sucesso, do contrario, não o indicaria para este tipo de Processo

Outras compreensões equivocadas são:

1 ) O Processo de Coaching beneficia apenas a empresa:  Isso não é verdade. Ambos , profissional e empresa serão beneficiados com esse processo: o profissional porque conhecerá suas forças e necessidades de desenvolvimento e a empresa que terá de volta seu investimento em produtividade e aumento de performance.

2)  É medida corretiva ou punitiva: Ao contrário. Como dito anteriormente, se a empresa o indicou para este processo, é porque   valoriza e reconhece sua posição como  sendo estratégica para o sucesso da Instituição

3)  É modismo. As bases do Coaching remontam a Grécia antiga, mas os  Processos de Coaching da forma como conhecemos hoje,  ocorrem desde os anos 1970 e no Brasil a partir do ano 2000.

4) Ainda tenho  duvidas  do beneficio real desse Processo: Nesse caso, é importante marcar uma boa conversa com o Coach indicado e debater todas essas questões. Outra opção pode ser Discutir o que pode participar de 3 sessões experimentais para realmente ter uma avaliação mais adequada desse Processo.

É imprescindível a participação do cliente com seu comprometimento para atingir os resultados , bem como uma atuação ética e honesta de ambas as partes. O sigilo profissional é garantido durante todo o Processo de Coaching sendo que relatórios, avaliações e informações serão divulgadas com o único objetivo de esclarecer pontos relevantes para todos os envolvidos, preservando o máximo possível a privacidade do Executivo.

Dessa forma, esclarecer desde o incio as necessidades e objetivos desse Processo e quais os resultados desejados pela empresa contratante e pelo profissional participante é fundamental para o sucesso dessa empreitada.

 

E voce? Tem outras duvidas sobre como funciona esse processo de Coaching Executivo?

Comente aqui e saiba mais agendando sua sessão !

Um abraço

Leticia Rodrigues

 

 

 

Lidando com pessoas difíceis

Lidando com pessoas difíceis

 

 

 

Voce certamente conhece alguém  considerado como uma pessoa difícil. Podemos  definir esse tipo de pessoa como aquelas  que lidam de modo não produtivo com os outros e nos desafiam a modificar nossa forma de se relacionar com eles e com  os que estão ao nosso redor.

Há pessoas desafiadores que  atuam de  modo consciente e intencional, porém nem sempre é assim. Há casos onde a pessoa não compreende  de suas atitudes e principalmente das consequências que as mesmas geram para si e para os demais.

Podemos compreender de modo geral que estas pessoas  não  desenvolveram recursos melhores para lidar com situações que as desafiam . Listamos aqui três tipos de comportamentos que pessoas desafiadoras podem apresentar:

  1. Passivo agressivo:  Essas pessoas lidam com sua insatisfação ou hostilidade de modo indireto. Por não expor  claramente aquilo que  sentem e pensam, recorrem a recursos menos interessantes como

a)obstrução: Impedem que as atividade sejam realizadas utilizando sua autoridade ou criando empecilhos para a realização de tarefas.

b) procrastinação: adiam o que precisa ser feito ,atrasando  cronogramas acordados e realizam  suas tarefas no limite dos prazo, o que  prejudica o retante da equipe  e o andamento das atividades.

c)  falsa submissão. Tem um comportamento dissimulado e não assumem o que fazem , quando confrontados dizem que não foi intencional e acusam os outros de serem exagerados e de reagirem de  modo emocional.

Estratégias: Como lidar com esse tipo? 

1)Documente tudo.  Mantenha registro de tudo o que foi conversado e apesente em caso de necessidade. Todas as conversas, trocas de mensagens ou emails devem ser registradas e guardadas.

2) Alinhe tarefas de cada membro da equipe e fale sobre suas   expectativas e prazos a serem cumpridos.  Detalhe previamente as consequências do não cumprimento das tarefas e  devem ser reportada, ao superior

3) Seja assertivo e não reaja de modo emocional, mantenha sempre o nível da conversa e comunique-se de forma profissional e respeitosa.

   2. Ansiosos:  São pessoas que lidam de modo exacerbado com situações, e sempre imaginam os piores cenários.

Estratégias: Como lidar com esse tipo? 

1. Encoraje técnicas de relaxamento

2. Desafie crenças limitantes

3. Proponha visualizações positivas

4. Caso a ansiedade seja reativa, proponha soluções que possam amenizar os efeitos dessa ansiedade

         3. Hostis:   Pessoas que se comportam de modo rude ou grosseiro, seja através do  desafio  a autoridade ou através de provocações diretas aos demais.

  Perceba primeiro se o comportamento é falta de habilidade social ou não, se a pessoa em questão  concorda com a queixa que os outros tem dele se simplesmente   não sabe como fazer diferente ou se crê que está sendo tratado de forma injusta.

      Estratégias: Como lidar com esse tipo? 

  1. Apresente  feedabacks específicos e factuais . Evite julgamentos ou avaliações.
  2. Sugira mudanças de comunicação verbal, como técnicas de comunicação não violenta, treinamentos específicos (controle da raiva, Inteligencia Emocional ) ou Coaching.
  3.  Apresente para a  pessoa de modo factual as consequências de seu comportamento,  perdas e ganhos de ser hostil.

                    4. Pessoas que apresentam  Baixa Performance: São aquelas que não realizam porque não sabem ou não conseguem: aqui há falta de habilidade, de conhecimento ou de direcionamento

Estratégias: Como lidar com esse tipo? :

Falta de habilidade

  1. Criar  programas de aquisição de habilidades .

2. Alinhar expectativas e critérios de avaliação

Não realizam porque não querem:

  1. Analisar as causas do desengajamento e desmotivação. Corrigir o problema.
  2.  Reuniões para feedbacks efetivos e regulares
  3.  Crie metas de avaliação de desempenho

 

E aí? Gostou dessas dicas? O Coaching pode te ajudar a desenvolver liderança controle emocional e autoconhecimento para que  eu seu desafio de lidar com pessoas desafiadoras seja mais produtivo.

Conte comigo nessa jornada e corre para cá !!!! venha se aprimorar e ser um mestre na solução de problemas !!!!

Um beijo!!!

Letícia Rodrigues

 

 

 

O Coaching é para todo mundo?

O Coaching é para todo mundo?

Voce já se perguntou que tipo de pessoas se beneficiariam de um processo de Coaching? Esse processo serve para todos os tipos de questões? O Coaching funciona para todas as pessoas? Vamos conversar um pouquinho sobre isso?

O Coaching é conhecido mundialmente como um processo eficaz para propor mudanças comportamentais, traçar planos de ação efetivos e mensurar resultados. Logo, o cliente deve estar comprometido com a mudança e ter disposição para agir.

 

Para começar , vamos delinear que tipo de pessoas se beneficiariam com um Processo de Coaching. Essas pessoas tem as  seguintes características:

  1. Estão dispostas a observar os próprios comportamentos e os comportamentos dos outros para realizar as melhorias comportamentais necessárias para seu desenvolvimento. Dessa forma, valorizam o autoconhecimento como uma ferramenta importante.
  2. São capazes de escutar e aprender sobre seus pontos de melhoria, manifestando um  comportamento aberto e critico sobre seu próprio desempenho e comportamentos.
  3. Valorizam os feedbacks recebidos, sempre atuando em termos de mindset de crescimento ( no blog já falamos sobre esse assunto neste post http://www.fiorireconsultoria.com.br/2019/06/12/nossos-comportamentos-sao-influenciados-por-nosso-mindset/ )
  4. Tem autoestima suficiente para expressar opiniões, pensamentos e sentimentos de acordo com o contexto.
  5. Consigam confiar no profissional e no processo de Coaching, e atuam ativamente como co -criadores do Processo junto ao coach.
  6. Acreditam no beneficio da mudança proposto , mais do que no processo de se manter com o comportamento atual.
  7. Comprometem- se com a mudança e tem prontidão para agir
  8. Sabem onde querem chegar

Dessa forma, fica mais fácil compreender porque nem todas as pessoas podem ser submetidas ao processo de Coaching, especialmente em casos onde a Psicoterapia seria mais indicada. Assim, é importante enfatizar que o Coaching não é um substituto para a terapia. Ao contrario, há casos onde o Coaching é contraindicado, especialmente em casos de pessoas que :

  1. Tem dependência de álcool  ou drogas
  2.  Apresentam questões  psiquiátricas
  3.  Estão deprimidas ou apresentam  instabilidade emocional constante
  4.  São incapazes de sair do passado e vivem no presente
  5.  Apresentam baixa auto estima generalizada

Assim, ter um profissional gabaritado que consiga identificar corretamente a demanda mais adequada para cada cliente é fundamental para uma atuação ética e responsável.

Existem fatores que podem impactar negativamente o processo de Coaching, como por exemplo:

  1. Alto nível de estresse do cliente e excesso de compromissos, que gerem falta de comprometimento como Processo de Coaching
  2.  Falta de clareza de objetivos do Coaching
  3. Descrença no Processo de Coaching
  4. Falta de confiança no profissional Coach
  5. Não assumir a responsabilidade por seus comportamentos

A transparência é fundamental para que o processo flua e traga resultados concretos para o cliente. Assim, cabe ao profissional, apresentar um plano de Coaching coerente, mensurar resultados durante o Porcesso e se comprometer com esses resultados.

O cliente por sua vez,  deve escolher um profissional gabaritados, exigir um plano de Coaching assertivo e adequado a sua demanda e se responsabilizar também por seus resultados. O Coaching é  uma parceria  enter o profissional e o cliente e a co- criação do Processo é parte integrante dele.

Gostou do conteúdo? Está mais esclarecido com o Processo de Coaching, então venha participar de uma sessão experimental e saber mais ainda sobre ele….

Um abraço

Leticia Rodrigues

Fonte: SBC (Sociedade Brasileira de Coaching – E-learning Executive Coaching

 

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A importância do bem estar para atingir Alta Performance

A importância do bem estar para atingir Alta Performance

 

Foi se o tempo em que a preocupação com o bem- estar dos funcionários era considerado artigo de  perfumaria. Atualmente , com as mudanças ocasionadas pela rapidez do acesso as informações, tecnologia e o numero imenso de dados gerados diariamente, doenças como a ansiedade e depressão tornaram -se um ponto de atenção constante.

Mas essa não é a única razão para isso. Constatou-se que funcionários emocionalmente saudáveis, tendem a  executar suas atividades em alta performance e contribuem de forma sustentável para os resultados da empresa. E é aí que a psicologia Positiva ganha importância nesse cenário.

Psicologia Positiva, que teve  em  Martin Seligman seu principal expoente, pode ser compreendida como  um movimento dentro da Psicologia tradicional que busca compreender o ser humano do ponto de vista de suas forças,  seus valores, propósitos e objetivos, tendo como foco de seu estudo atividades e ações que proporcionam  bem estar e felicidade.

No ambiente corporativo, a  Psicologia  Positiva inspirou o POS ( Positive Organizational Scholarship ) focado em dinâmicas organizacionais que impactam positivamente a performance de executivos. e por conseguinte da empresa em geral e inspirou o POB  ( Positive Organization Behaviour )  cujo foco é medir, orientar e desenvolver comportamentos individuais com o objetivo de aumento de performance.

Em ambos os casos, os programas visam atuar no  de desenvolvimento de seus funcionários e na criação de um ambiente de trabalho  mais  positivo,  que impactam diretamente o sucesso da empresa, a geração de lucro e a superação de desafios e obstáculos, sempre com foco na melhoria coletiva.

Os estudiosos desenvolveram através de diversas pesquisas, um indicador conhecido como PSYCAP (Capital Psicológico Positivo), para avaliar esses índices. Sabe-se entretanto,   que os mesmos podem ser aperfeiçoados, mensurados , e possuem alto impacto na performance .

E voce ? Como está seu nível de PSYCAP? Avalie cada um deles   em uma escala de 0 a 10:

1). Auto- Eficácia: Crença do indivíduo em produzir resultados.

2). Esperança:  Ter a motivação necessária e as estratégias delimitadas  para atingir objetivos

3). Otimismo: Lidar com as adversidades sabendo que ´há possibilidade de mudar

4). Resiliência: superação de dificuldades,mantendo o propósito e  a  sua essência

O desenvolvimento das capacidades psicológicas, diminuem riscos de burnout, abandono de trabalho, depressão e ansiedade além de se tornarem uma vantagem competitiva para a empresa a medida que aumentam o engajamento  dos colaboradores. O engajamento também é maior em colaboradores que se sentem amparados especialmente quando as demandas profissionais aumentam consideravelmente e o comprometimento dos colaboradores se torna mais necessário.

 

Dessa forma, seja voce líder, empreendedor ou colaborador, cuidar do bem estar de sua equipe e de seu índice de PSYCAP é fundamental para uma vida plena e satisfatória.

Todas essas competências podem ser desenvolvidas em processos de autoconhecimento como o Coaching ou a Terapia breve. Informe-se mais sobre o assunto, no site da FIORIRE  CONSULTORIA

Um abraço,

Leticia Rodrigues

 

 

 

 

 

 

O que voce tem feito pela sua felicidade? 10 perguntas poderosas para voce ser mais feliz

O que voce tem feito pela sua felicidade? 10 perguntas poderosas para voce ser mais feliz

Quais são seus sentimentos em relação ao seu trabalho e a sua vida pessoal? Voce se considera feliz?
Voce se sente motivado, ou desmotivado? Como anda a sua energia pessoal para executar as  atividades
do seu dia a dia?

A energia pessoal é responsável por mobilizar nossos esforços em direção a um objetivo seja ele  pessoal ou profissional. Saber em que zonas de energia estamos operando propicia a possibilidade de realizar ações corretivas para aumentar nosso engajamento e performance.

As zonas de energia podem ser divididas em :

1) Zona de Alta Performance: Aqui, apresentamos nossos  pico de engajamento e produtividade. Os  sentimentos mais comuns são os de  de energia, reciprocidade, respeito, encorajamento, admirador e admirado, feliz ,criativo , respeitado e confiante.
2) Zona de Recuperação: zona na qual nos sentimos calmos, tranquilos, felizes, em estados de flow; onde recarregamos as baterias , realizando atividades prazerosas e que nos deixam serenos.
3)Zona de Sobrevivência , aqui nos sentimos alertas , temerosos, frustrados, insatisfeitos defensivos, invejosos e impacientes. O medo de cometer erros é muito grande. Aparecem ainda sentimentos de inveja.
4)Zona de Burnout : Neste ponto, nos sentimos esgotados, desmotivados, com sentimentos de desesperança, falta de energia, incompreendidos, infelizes, cansados e por vezes, desesperados.

O desenvolvimento emocional saudável, nos encoraja a oscilar entre as duas primeiras zonas, de alta energia: As Zonas de Alta Performance e a Zona de Recuperação, onde nossa energia funciona de modo abundante.

Quanto mais tempo oscilamos entre as Zonas de Alta Performance e a de Sobrevivência, temos risco maior de passarmos para Zona de Burnout ! Quando operamos nessas zonas de baixa energia,  sentimos -nos frequentemente em déficit energético.

Ao realizarmos os diagnostico das zonas que estamos cabe as seguintes reflexões:

1 Como posso operar em zonas de Alta Performance?

2. Que atividades me deixam feliz, satisfeito, calmo, relaxado?

3. Como posso criar mais oportunidades de gerenciar o meu dia e estar mais tempo em zona de Recuperação?

3. Porque estou na Zona de Sobrevivência?

4. Como posso sair da Zona de Sobrevivência com 5 atitudes que dependem somente de mim?

5. Que outras pessoas exercem influencia para que eu saia da Zona de Sobrevivência? Liste pelos menos 5 pessoas

6. Que atitudes eu posso ter para efetivamente influenciar as pessoas da questão 5 para sair dessa Zona de Sobrevivência? Liste pelo menos 5,

7 . Como posso colocar em pratica HOJE e semanalmente os objetivos da questão anterior ate atingir a Zona de Alta Performance?

8. Como posso tornar meu desenvolvimento mais sustentável a médio e longo prazo?

9. Como posso contribuir para que meus pares operem em zona de alta performance também?

10. Como posso estar feliz TODOS os DIAS de formar simples e começando AGORA MESMO?  Liste 5 atitudes e pratique todos dias.

40 % de Nossa felicidade vem de atitudes que estão em nossas mãos, segundo pesquisas de Bem estar e Psicologia Positiva…. Estar bem, depende muito menos de circunstâncias externas do que imaginamos….

Um abraço

Leticia Rodrigues

 

 

 

 

O que voce sabe sobre voce e o que ainda não sabe: Autoconceito

O que voce sabe sobre voce e o que ainda não sabe: Autoconceito

Na jornada rumo ao autoconhecimento, nos deparamos com a noção de autoconceito. Você conhece esse termo? Já realizou sua avaliação para monitorar as dimensões do autoconceito?

Claramente o autoconceito passa pelas ideias  que você tem sobre voce, mas não apenas isso. O autoconceito engloba 4 dimensões muitos uteis para que você descubra mais ainda sobre seus pontos fortes, valores, e  ainda trace metas e objetivos.

As dimensões dos autoconceito são essas:

  1. Eu ideal: caraterísticas , competências e valores que gostaríamos de possuir, ou como gostaríamos de sermos vistos prelos outros
  2.  Eu percebido: como o individuo se percebe através de suas características, valores , aptidões . Pode ser dimensionado através de diferentes níveis de  intensidade .
  3.   Feedback: informações sobre o individuo que são percebidas pelo grupo  que seja relevante para o individuo. Os feedbacks são na minha opinião um  presente, pois podem reforçar pontos positivos que nem sempre são valorizados por nos mesmos.
  4.  Identidades Sociais: forma pela qual os indivíduos classificam a si e aos outros através de categorias sociais,como por exemplo: gênero, classe social, profissão, faixa etária.

Todas estas dimensões impactam diretamente na auto estima.  Auto estima,  é a  capacidade de estar  de acordo e agir em conformidade  com o  que se é, com aquilo que faz, com seu modo de ser, valores, percepções e atributos.

Quanto mais próximo seu autoconceito está de seu eu ideal, podemos considerar que a pessoa possui uma boa autoestima e vice versa…

O interessante de mapear estas quatro dimensões é que podemos facilmente traçar estrategias para alcançar objetivos alinhados com o eu ideal , aumentando ainda mais a autoestima. Há casos em que o mapeamento permite identificar a necessidade de desenvolvimento de novas competências, como no caso de mudanças de posição ou de identidade social, por exemplo.

Tanto o Coaching quanto a Psicoterapia são processos interessantes para elevar a autoestima, porém suas indicações são  muito especificas para cada individuo, que podem ser avaliadas por um profissional psicologo.